Essa oficina nasce como um gesto de urgência e resistência. Um espaço para investigar, através da escrita dramatúrgica, as complexidades de existir em um corpo negro, periférico e/ou indígena e, ainda assim, ousar sonhar. Aqui, cada palavra é território. Cada narrativa, um encontro.

A proposta é construir coletivamente um ambiente de criação onde seja possível errar, experimentar, descolonizar o pensamento e inventar novos futuros. Vamos trabalhar a dramaturgia como uma prática viva, atravessada por ancestralidades, referências teóricas e, principalmente, pela coragem de quem escreve a partir de si.

Foto: Acervo Confraria do Impossível

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