KASSA: Da tradição à recriação

com Pape Babou Seck e Sabrina Chaves

CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | CHAMADA ABERTA ! Estão abertas as inscrições para a EPA – Escola Preta de Arte. A primeira escola livre do país voltada para as artes cênicas afro-referenciadas | 

A oficina com Pape Babou Seck e Sabrina Chaves propõe a iniciação no ritmo e na dança Kassa, originários do Império Mandé, com elementos dos repertórios corporais desenvolvidos e modernizados por bailarinos que integraram companhias como Les Ballets Africains e Merveilles de Guinée.

A oficina propõe, sobretudo, a abertura para possíveis experimentações, visando à abrangência de outras linguagens artísticas, tendo como base as informações acerca das tradições envolvidas no ritmo proposto.

Quilombo Cultural Terreiro Contemporâneo.

O espaço tem sido um importante ponto de encontro e produção artística, destacando-se como um território de resistência, acolhimento e inovação para artistas e coletivos negros.

R. Carlos de Carvalho, 53 – Centro, Rio de Janeiro

Sabrina Chaves é Mestra em Dança (UFRJ) e Bacharel em Ciências Sociais com ênfase em Produção e Política Cultural (IUPERJ). Desde 2013, é  pesquisadora sobre a história, cultura e arte da África do Oeste, formada em percussão e dança por mestres como Mariama Camara, Youssouf Koumbassa (Guiné-Conakry), Pape Babou Seck (Senegal), entre muitos outros. Co-fundadora e coordenadora de dança africana do grupo Dembaia, criado em 2014, é idealizadora e produtora do projeto Etnicidades Africanas, com estudos sobre as culturas de África. Ministrou aulas em escolas, espaços culturais e academias, como MUHCAB, Rampa – Lugar de Criação, Fundição Progresso, entre outros. Atuou como musicista: “Despertáculo – Minha Avó Sempre me Disse” (2019) e Show “Y£L£ Sira” (2025), do grupo Dembaia; “Olhos D’água ou Das Pedras Nasciam Asas” (2019), de Dembaia e Grupo Emú;  “Akili” (2021) de Verônica Bonfim e Rodrigo França. Realizou a preparação corporal:  Peça “Olhos D’Água”, ao Grupo Emú; “A Saga de Dandara e Bizum a Caminho de Wakanda”, à Confraria do Impossível; e peça “Mask” e “Odara”, ao Coletivo de Dançateatro Muanes. Realizou consultoria com palestra teórica, aula prática e composição coreográfica de dança africana para o elenco da novela “A Nobreza do Amor” (2025/2026), da Rede Globo. 
 
Pape Babou Seck é guewel (músico e ator) senegalês, multi-instrumentista e mestre do djembé ,Sabar e Tama, descendente de uma família tradicional da casta dos griots (músicos e contadores que têm vocação a preservar e transmitir o patrimônio oral do povo senegales: hábitos, conhecimentos, canções e música) tem mas de 30 anos de experiência como treinador cultural nas artes africanas (música, dança, teatro, artesanato). Já viajou por diversos países africanos.
Está no Brasil propondo e realizando intercâmbios com o rio de janeiro desde 2018. Em 2022 com o edital FOCA começou uma turma com “esperiencia Griot” (aula-espetaculo com contação de histórias sobre cultura costumes e vida de um Griot) pelas lonas ‘teatros, arenas e bibliotecas desde a zona oeste da cidade. Em 2023 com o edital infância carioca continuou a temporada
Participou de novelas como ” órfão da terra” e “Nos tempos do imperador” na rede Globo de televisão.
Realiza oficina de percussão de tambores tradicional senegaleses e africanos no Maracatu Brasil, Fundição Progresso  e Praça Paris.
E participou no “Círculo Selvagem” ( Falas de vivências e memórias ancestrais de povos originários) na Quinta da Boa Vista em abril de 2023 sob a Coordenação de Aílton Krenak.

As inscrições vão de 10/04 a 15/04, até às 18h.

Atividade acontecerá no dia 18/04, sábado. às 14h

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